Tecnologia bélica – Napalm

• O napalm foi usado em lança-chamas e bombas pelos Estados Unidos e nações aliadas, para aumentar a eficiência dos líquidos inflamáveis. A substância é formulada para queimar a uma taxa específica e aderir aos materiais. Diversos lançadores foram desenvolvidos para seu uso, culminando nas armas lança-chamas utilizadas contra os exércitos vietnamitas no fim da década de 1960.

 • Na Segunda Guerra Mundial, a Força aliada bombardeou cidades do Japão com napalm. Foi usada também contra guerrilhas comunistas na Guerra civil grega, pelas Forças armadas dos Estados Unidos foi usada na Coréia e na Guerra do Vietnã e pelo México em 1960 usada contra guerrilha de Guerrero. O napalm foi desenvolvido em 1942 durante a Segunda Guerra Mundial nos Estados Unidos por uma equipe de químicos da Universidade Harvard liderada por Louis Frieser. O nome napalm deriva do acrônimo dos nomes dos seus componentes originais, sais de alumínio co-precipitados dos ácidos nafténico e palmítico. Estes sais eram adicionados a substâncias inflamáveis para serem gelificadas. É um conjunto de líquidos inflamáveis à base de gasolina gelificada, utilizados como armamento militar. O napalm é na realidade o agente espessante de tais líquidos, que quando misturado com gasolina a transforma num gel pegajoso e incendiário.

napalm_001

Abril 24, 2009 at 2:29 am Deixe um comentário

Informatica educativa: qual o papel da tecnologia nas escolas ?

• Segundo o MEC, Informática Educativa significa “a inserção do computador no processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades da educação. Os assuntos de uma determinada disciplina da grade curricular são desenvolvidos por intermédio do computador”

Enfim, Informática Educativa vai muito além de ensinar o aluno sobre competências computacionais, onde o mesmo é treinado em aplicativos comerciais. Podemos dizer que não basta ter conhecimento técnico e conhecer a fundo os componentes do computador, ou saber programar com diversas linguagens. Há outras diversas vertentes que devem ser levadas em consideração neste processo. O mais importante e necessário é ter consciência das implicações sociais do computador na sociedade.

A adoção da Informática Educativa numa instituição educacional significa o desenvolvimento do conteúdo de disciplinas curriculares por intermédio do computador. Este processo não depende diretamente de recursos físicos! É um processo de conscientização por parte dos alunos, direção e, principalmente, dos professores. É preciso entender a função dos professores das disciplinas e do professor especialista em informática: O professor da disciplina (seja ela qual for) não deve substituir seus métodos e estratégias de ensino/aprendizagem e sim enriquecê-los com as novas possibilidades.

‘ SEM RETICÊNCIAS :  Aula prática em laboratório de informática concerteza faz brilhar os olhinhos de qualquer aluno, e como vimos, se bem organizada, influência e muito no aprendizado, claro que para melhor, é um incentivo a mais ao estudo, e sem duvida faz diferença !

Abril 17, 2009 at 11:26 am Deixe um comentário

‘ Ensinar, não é transferir conhecimento ‘ Paulo Freire

Segundo Freire:

 Há necessidade de uma reflexão crítica sobre a prática educativa. Sem essa reflexão, a teoria pode ir virando apenas discurso; e a prática, ativismo e reprodução alienada.

Toda a teoria deve ser coerente com a prática cotidiana do professor, que passa a ser um modelo e influenciador de seus educandos: não seria convincente falar para os alunos que o alcoolismo faz mal à saúde e tomar bebidas alcoólicas, deve-se ter ‘raiva’ da bebida, pois a emoção é o que move as atitudes dos cidadãos e estas partem do conhecimento, do respeito aos outros e a si mesmo, ressaltando que na verdadeira formação docente devem estar presentes o exercício da criticidade ao lado do reconhecimento das emoções- um aprendizado próximo, sem a frieza e mecanicismo do simples fato de aprender e receber conhecimentos.

 Há a necessidade dos educadores criarem as possibilidades para a produção ou construção do conhecimento pelos alunos(as), num processo em que o professor e o aluno não se reduzem à condição de objeto um do outro. Insiste que “…ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou a sua construção” , e que o conhecimento precisa ser vivido e testemunhado pelo agente pedagógico.

  Exige comprometimento sendo necessário que nos aproximemos cada vez mais de nossos discursos de nossas ações. Sendo professor, é necessário interpretar as entrelinhas do que ocorre no espaço escolar e estar ciente de que a sua presença nesse espaço não passa desapercebida pelos alunos(as).

‘ SEM RETICÊNCIAS : apenas alguns trechos, de idéias, de Paulo Freire, podemos perceber o quanto ele dá importância ao conhecimento. Concerteza, alguns professores de hoje em dia, poderiam seguir esses “concelhos” deste sábio ! … Mas talvez, ainda nem tudo está perdido :

method_paulo_freire-copy2

Março 27, 2009 at 12:30 pm Deixe um comentário

‘ Louis Althusser

‘  Althusser sempre foi um aluno brilhante, porém não pôde freqüentar a escola, pois foi convocado para a segunda guerra mundial, e ficou aprisionado num campo de concentração.Após a guerra finalmente ele pode frenquentar a escola, apesar de sua saúde mental já estar abalada, apartir daí sofreu de enfermidades periódiacas até o fim de sua vida, teve seu próprio quarto em uma enfermaria onde passou décadas de sua vida !

Louis morreu de ataque cardíaco em 22 de outubro de 1990 aos 72 anos. Althusser é amplamente conhecido como um teórico das ideologias, e seu ensaio mais conhecido é Idéologie et appareils idéologiques d’état (Ideologia e Aparelhos Ideológicos do Estado) A ideologia, para ele, deriva dos conceitos do inconsciente e da fase do espelho (de Freud e Lacan, respectivamente), e descreve as estruturas e sistemas que permitem um conceito significativo do eu.  

Althusser e a Educação

No passado, o número dos Aparelhos Ideológicos de Estado era maior, sendo a Igreja o dominante, reunindo funções religiosas, escolares, de informação e de cultura. A Revolução Francesa resultou não apenas na transferência do poder do Estado para a burguesia capitalista comercial, resultando também no ataque ao Aparelho Ideológico de Estado número um – a Igreja -, substituída em seu papel dominante pelo Aparelho Ideológico de Estado escolar. Na verdade, enquanto o Aparelho Ideológico de Estado político ocupava o primeiro plano no palco, na coxia o Aparelho Ideológico de Estado escolar foi estabelecido como dominante pela burguesia.

 Segundo Althusser, raros são os professores que se posicionam contra a ideologia, contra o sistema e contra as práticas que os aprisionam. A maioria nem sequer suspeita do trabalho que o sistema os obriga a fazer ou, o que é ainda pior, põem todo o seu empenho e engenhosidade em fazê-lo de acordo com a última orientação (os métodos novos). Eles questionam tão pouco que pelo próprio devotamento contribuem para manter e alimentar essa representação ideológica da escola, que hoje faz da Escola algo tão natural e indispensável quanto era a Igreja no passado.

 

 

  Também pensamos como Louis, sobre os professores… E a escola nos dias de hoje continua sendo natural e indispensável (não para todos) ! ‘  😀

Março 13, 2009 at 12:14 pm Deixe um comentário

Escola ? .. pra quê ?

Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra aceitar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando espiando colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu “vá pra aula!” e “estude!”
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada.
  

Gabriel O Pensador__ Estudo errado

 

•  SEM RETICÊNCIAS : pessoas dizem que quem faz a escola é o aluno, mais pelo contrario, o aluno é apenas uma parte dela. A escola é uma mini-sociedade, cada qual faz sua parte. Nós não sabemos realmente o por quê da escola, cada um tem uma opinião, nossos pais dizem que a escola nos beneficiará no futuro, nos trazendo preparação para um bom emprego, já nós ( os filhos ) sempre pensamos que a escola é um saco… Mas nem sempre fazemos apenas o que gostamos. Porque hoje a gente é filho, amanhã seremos pais, e consequentemente vamos querer o mesmo para os nossos filhos, que eles estudem e se tornem alguém na vida. ! 😀

Março 6, 2009 at 12:16 pm 2 comentários

Musicando! – Como a Tecnologia influenciou a música?

Ao longo dos tempos os estilos, as batidas e as letras das musicas foram mudando, criando novos ritmos e misturas . Da década de 70 até os tempos de hoje, ótimos exemplos dessa diferença de ritmos pode ser notada:

Anos 70 – Roupa Nova

Representa uma das bandas mais bem sucedidas no cenário musical brasileiro, com uma história registrada do início da década de ‘70 com vários sucessos em novelas.
Lançamento do primeiro disco, pela gravadora Polygram, em 1981, eles passaram a ganhar maior destaque e começaram a aparecer mais no cenário musical, que já contava com grupos como ‘A Cor do Som’ e ‘14 Bis’. O grupo começou a alcançar sucesso e teve o clipe da música “Canção de Verão” exibido no Fantástico da Rede Globo. O êxito se repetiu no segundo disco, em 1982.
A música “Anjo”, do terceiro disco (1983), representou um novo momento na carreira do grupo e o sucesso era cada vez maior. Em 1984, já na gravadora BMG, emplacaram o sucesso Whisky a Go-Go, tema de abertura da novela ‘Um Sonho a Mais’ da Rede Globo. Em 1985, eles lançam o quinto disco, que faturou prêmios da indústria fonográfica. Destacando-se “Show de Rock’n Roll”, seguindo com “Trem Azul”, “Linda Demais” e “Dona” Assim, o Roupa Nova continuava a emplacar hits nas paradas de sucesso até o fim da década de ‘80 com os LP’s “Herança”, de 1987, e “Luz”, de 1988. No final deste ano, a banda começa os primeiros passos para a sua carreira internacional, tocando por vários países da América do Sul, Estados Unidos e em Portugal, porta de entrada da Europa.
O início da década de ‘90 trouxe outro grande sucesso: ‘Coração Pirata’, do disco “Frente e Versos”. Em 1991, lançam o primeiro disco ao vivo, que trazia os grandes sucessos tocados ao vivo e mais duas músicas inéditas que acabaram entrando na trilha da novela ‘Felicidade’.
Em 1993, lançam o disco “De Volta ao Começo”. Nesse meio tempo, em 1992, foi lançada uma coletânea com alguns dos sucessos cantados em espanhol, porém não foi divulgada no Brasil.
Em 1994, eles tiveram um novo salto na carreira, com o lançamento do disco “Vida Vida”, que trazia ‘A Viagem’, música de abertura da novela de mesmo nome e que até hoje tem sua execução garantida em todo o Brasil.
Em 1999, e em gravadora nova, desta vez na Universal Music, resolveram mudar um pouco o som do grupo e buscar novas sonoridades. Assim, eles lançaram o CD “Agora Sim”, quase todo composto por regravações de seus antigos sucessos, porém com novos arranjos totalmente diferentes dos originais. Em 2001, foi lançado o CD Ouro de Minas”, um trabalho em homenagem aos compositores mineiros, todo ele também composto de regravações.

 

 

Anos 90 – Natiruts

natiruts1

No ano de 1996 surgiu em Brasília a idéia de se formar uma banda de Reggae.
Alexandre, na época estudante universitário, tinha a música como válvula de escape das suas alegrias e desilusões com a realidade brasileira. Sem pretensões maiores, visto que já estava encaminhado na profissão de analista de sistemas, compunha canções no estilo que mais se sentia à vontade: o reggae. Numa das cervejadas do time de futebol da UnB conheceu Juninho. Essa foi a semente da história. Mas toda semente precisa brotar para crescer.
Foi então que Alexandre convidou Luis Mauricio e Bruno Dourado, companheiros de time na UnB, para assumirem o baixo e a percussão. Fizeram alguns ensaios com essa formação. Talvez bastasse quatro cabeças se a intenção fosse fazer um reggae tipicamente jamaicano que é e sempre será a referência para qualquer banda de reggae. No entanto a influência da música brasileira era muito forte nas melodias e harmonias das músicas e a vontade de se fazer um ‘reggae roots brasileiro’ era definitiva.
Por isso fez-se necessária a inclusão de mais elementos musicais na banda. Foi quando Izabella Rocha e Kiko Peres foram convidados a assumirem o backing vocal e guitarra solo.
A partir daí a banda criaria identidade própria.
O próximo passo, natural de qualquer banda do mundo, era gravar uma demo.
A demo foi gravada ainda na época das fitas cassetes. A reprodução era caseira. Nos velhos três em um duplo deck. A aceitação foi impressionante. Quem poderia imaginar que uma banda de reggae revolucionaria a cena local da cidade então conhecida como ‘capital do rock’.
A energia positiva da banda agregava cada vez mais pessoas dispostas a ajudar. O estúdio A.R abriu as portas para o reggae do cerrado.
Ao chegar no estúdio um dos técnicos perguntou se poderíamos esperar um pouco pois estaria sendo gravado um último ‘take’ do último disco de uma banda também de Brasília, já sem a presença física de seu vocalista. Essa banda era a Legião Urbana.
Enquanto uma banda do cerrado terminava sua gravação, outra começava.
Iniciava-se aí a gravação de um disco que indiscutivelmente marcou a sua geração, NATIVUS.
Daí para frente muita coisa rolou. Gravadora, exposição excessiva em TV, mercenários da música dispostos a ganhar grana em troca do nome Nativus mesmo sem ter nenhuma participação no sucesso do mesmo em todo Brasil, etc.
Isso é nada perto do que realmente faz sentido para a já então NATIRUTS: A aceitação do povo.
A aceitação de uma ideologia que supera modismos e que representa uma geração. Muito além das listas dos mais vendidos das grandes gravadoras.
Visando dar um grande passo em sua carreira a banda repete no seu quinto trabalho o modelo que consagrou o seu primeiro disco. O lançamento independente.
Agora com recurso próprio para montar sua gravadora, gravar o seu disco, montar seu escritório de produção. Confirmando a frase que resume a única bandeira que é levantada pela banda.
LIBERDADE PRA DENTRO DA CABEÇA

 

– SEM RETICÊNCIAS :Sim ! os tempos mudaram, as coisas se aprimoraram influenciada a maioria das vezes pela tecnologia. Os ritmos diferentes, os instrumentos , os estúdios e até mesmo as letras das músicas! A forma de pensar também mudou!. Os avanços tecnológicos ajudaram por exemplo a criar uma nova batida (como o Reggae, e os ritmos das músicas dos últimos discos de Roupa Nova ).

A tecnologia como podemos ver ajudou de muitas formas os artistas, a atender as exigências do público, que também evoluiu junto com ela. Sem contar os clipes que com ajuda de aparelhos avançados (computadores por exemplo) se tornaram cada vez mais chamativos e criativos.

Assim, as artistas começaram a gravas seus shows em DVD (outro avanço tecnológico) para conseguir chegar mais facilmente ao publico, garantindo seu espaço na área “ tecno musical”.

 

 

– E como bons amantes da música continuamos tecnologicamente musicando!! 😀

 

Fevereiro 27, 2009 at 12:30 pm 3 comentários


Categorias

  • Blogroll

  • Feeds